Santo da Internet – Papa pode escolher Santo Isidoro como protetor da Internet
Cidade do Vaticano o Papa João Paulo 2º está considerando nomear Santo Isidoro de Sevilha como o protetor dos usuários de Internet e programadores de computador, segundo fontes do Vaticano.
Santo Isidoro foi nomeado dois anos atrás, mas o Vaticano ainda tem que tomar a decisão final.
Acredita-se que Isidoro, que viveu no século sétimo, escreveu a primeira enciclopédia do mundo, a Etymologies, a qual inclui registros da medicina, matemática, história e teologia.
A primeira iniciativa relacionada à Internet do Vaticano ocorreu em 1996, com o site www.vatican.va, o qual é usado para a publicação de milhares de documentos da Igreja Católica e dos discursos do Papa.
Já o Papa João Paulo 2º entrou no mundo virtual em 1998, quando mais de um bilhão de católicos ouviram suas rezas no site do Vaticano.
Confira oração para se conectar à Internet

Diversos sites que falam do possível padroeiro da Internet, o Santo Isodoro de Sevilha, trazem uma oração para que os internautas possam se equilibrar antes da conexão. Confira:
“Deus eterno e todo poderoso, que nos criou à sua imagem e semelhança e nos fez procurar tudo que é bom, verdadeiro e belo, especialmente na divina pessoa de Seu Filho unigênito, Nosso Senhor Jesus Cristo, permita-nos que, através da intercessão de Santo Isidoro, bispo e doutor, durante nossas jornadas pela Internet nós dirijamos nossas mãos e olhos apenas ao que é agradável a Vós e tratemos com caridade e paciência todas as almas que encontremos.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo.
Que assim seja.”
Santo Isidoro de Sevilha (570-636)

Isidoro de Sevilha, santo e doutor da Igreja, é considerado o protetor dos usuários de Internet e programadores de computador, segundo fontes do Vaticano.
“O Direito natural é comum a todas as nações e consiste naquilo que é universalmente considerado como instinto natural, não pela Constituição, como por exemplo, a união entre macho e fêmea, a sucessão e a educação das crianças, os bens comuns universais, a liberdade universal… Tudo isso, e qualquer coisa desse tipo, nunca é injusta, mas é tomada como natural e igual”.